Retrospectiva


Como é bom começar o ano lembrando de tudo aquilo que deixamos para trás e esperando que as coisas boas se tornem ainda melhores e que as ruins permaneçam na memória apenas como  parte de todo o aprendizado.
E para completar, nada como retornar dando o grande resumo do que foi a  minha vida e meu resto de 2011.

Em 2011 eu …

pintei o meu quarto de vermelho;
comprei uma máquina fotográfica;
fiz dezessete anos;
fiz melhores amigos;
arranjei horríveis “inimigos”;
fui criança, homem, manicure, professora da ballet, emo, hippie, patricinha, jogadora de futebol;
participei da comissão de formatura;
sofri com gastrite;
incomodei com a minha “extrema felicidade”;
fiz uma bateria de exames médicos;
pintei o cabelo;
enfeitei muito a minha agenda;
chorei de rir;
quase morri de tanto chorar;
emagreci.engordei;
fui odiada;
me senti muito amada;
comprei uma nova lapiseira;
torturei-me com o ENEM;
tomei muito açaí;
tentei PUC;
terminei o terceiro ano;
apaixonei com minha festa de formatura;
chorei com o fim de Harry Potter;
fui para outra festa de formatura;
revi uma grande amiga;
fiz cursinho;
dei aulas de inglês;
troquei o meu celular;
não passei no vestibular;
curei a minha gastrite;
agradeci pelas férias;
passei o meu primeiro Réveillon com o meu namorado;
falhei;
venci;
mas acima de tudo eu vivi
espaço 

E aprendi que a vida não merece desespero, e que aquilo que não fizemos hoje pode sim ser feito amanhã; tudo tem o seu tempo. Não deixe que ninguém diga o que você é ou julgue os caminhos pelos quais você passou. Somente você sabe todo o esforço que os seus sonhos demandam e é só você quem sabe tudo o que fez em busca de realizá-los. Suas intenções, derrotas e felicidades cabem somente à você.
“O que eu ganho e o que eu perco ninguém precisa saber.”

E a minha vida só eu sei viver. 

O poder do Além


Existem forças que nós, meros seres humanos, não conseguimos entender e muito menos dominar; o poder do amor, o poder de um sorriso, o poder de um olhar, o poder de uma música, o poder de uma palavra, o poder de uma imagem e claro o poder do Além. É o Além. Sabe quando em um dia em especial dá tudo certo, ou tudo errado? Pois é, é o Além dando suas caras.
E esses dias, quer dizer no inicio do mês ou até mesmo mês passado (já faz tanto tempo que não posto aqui que já até perdi a noção do tempo), ele resolveu agir de uma maneira usual e ao mesmo tempo diferente.

Vocês devem estar estranhando o tempo (anos luz) que não falo nada sobre algum filme. E dessa vez tem quem culpar, alguém que não seja a mim; o Além.
Ele fez o favor de me enrolar durante umas três semanas.
Durante essas três semanas manti uma luta contra Ele, que não me deixava, não sei por que cargas d’água, ver um filme que a tempos tinha baixado e estava louca para assistir.

Nesse tempo foram gastos uns 2 ou 3 DVDs na tentativa de vencê-Lo. Mas Ele simplesmente resistia. Até que foi preciso uma medida extrema: comprar um fio que liga o computador à televisão.

Bom Além, sinto lhe dizer que nessa parte quem saiu ganhando fui eu. Porque agora posso assisir a qualquer filme sem ter que esperar longos minutos para converter e gravar no DVD, tudo simples assim. Ah, e posso até assistir a filmes em HD!

Quem ri por último ri melhor Além, quem ri por último ri melhor.
RÁ!   

Vencedora pude finalmente assistir ao filme sonhado. Depois de várias cenas repitidas, na esperança de que o DVD funcionasse e fosse até o fim, finalmente pude chegar até lá.

E o filme custoso de assistir foi No Strings Attached, ou em português: Sexo Sem Compromisso

Prefiri chamá-lo do primeiro nome por causa dos meus pais. Já estou acostumada a assistir a todo tipo de filme com eles, mas  ainda pega mal simplesmente dizer a eles Sexo sem Compromisso, eles podem ter a impressão errada de mim. Risos.
Bom eu só o que posso dizer é que valeu a pena esperar.
Valeu a pena toda briga travada com o Além.

Porque, depois de semanas de tentativa, pude ter algumas horas de puras risadas.

Ashton Kutcher, o próximo Charlie Sheen, e Natalie Portman foram impecáveis e adoráveis, encenando uma história de dois amigos que encontram na amizade uma fonte de benefícios. E se usam desses benefícios até alguém dizer chega, esse alguém, como sempre é,  foi o coração. Mas não é a matemática, mãe das exatas, que diz: a ordem dos fatores não altera o produto? Portanto não importa como o amor comece; se é de trás para frente ou de frente para trás, o que importa é que ele aconteça e há coisa melhor do que se apaixonar pelo seu melhor amigo e que ainda por cima é o seu melhor “amante”? Acho que não.  Risos.

Assista, boa sorte; eu torço para que o Além não te perturbe o tanto quanto me perturbou!

Hoje é Dia De:


Ser o que você quiser!

Seguindo o padrão, mais um Dia D veio para diminuir o nosso stress diário!
Na mesma linha dos outros, mais uma aula de atualidades! Iupi!


Todos nós sabemos o quanto é difícil escolher o curso para nossa profissão do futuro. A profissão de nossas vidas.

Ficamos influenciados pelas opiniões dos nossos pais, dos nossos amigos e da sociedade. Fazer algo que seja possível que passar no vestibular, que deixe nossos pais felizes, que não nos afaste muito dos amigos, que nos dê uma boa condição financeira e que seja algo que gostamos de fazer, resumindo, algo que agrade gregos e troianos, é definitivamente impossível.

Mas esse Dia D veio mais uma vez nos ensinar.
Nos ensinar que é possível ser quem a gente quer ser.
Basta dedicação, empenho e que você deseje de verdade.
Nem sempre o caminho mais fácil é o caminho certo, mas busque sempre aquilo que te faz feliz. 

Então se quiser ser o próximo Steve Jobs; a próxima Oprah Winfrey; o próximo Dr. Hollywood; a próxima Ana Botafogo; o próximo Guga; a próxima Daiane dos Santos; o próximo Pelé; a próxima Dilma Russef; o próximo Michael Jackson; a próxima Gisele Bündchen; o próximo Drauzio Varella; a próxima Angelina Jolie; o próximo Brad Pitt; a próxima Marie Currie; o próximo Albert Eistein; o próximo Fernando Pessoa; a próxima J.K Rowlling; o próximo Steven Spielberg; a próxima Princesa Isabel, ou quem quer que seja quem você quiser ser, qualquer que seja a coisa que você quiser fazer, você é capaz de conseguir, basta querer e lutar pelo que quer!

“Dezessete anos


e fugiu de casa, às sete horas da manhã do dia errado (…)
O mundo vai acabar e ela só quer dançar!” 

Não sei se vocês repararam, mas alguns dias atrás o AGENDISMganhou, em seu lado direito, um calendário diferente. Um calendário que contava de frente para trás. Um calendário de contagem regressiva. E para alguns que não me conhecem pode ter parecido um pouco sem sentido. Quer dizer, deu para entender que eu esperava anciosamente por alguma coisa, mas não necessariamente era conhecido o porque.

A contagem regressiva era para o fato de que finalmente, depois de seis mil, duzentos e cinco (6205) dias, pude ouvir a tão esperada música citada acima. Aquela que eu sempre cantei para todos os aniversariantes que faziam 17 anos. E chegou a minha vez.

Era os meus dezessete anos. 

Não fugi de casa mas pude comemorar de uma maneira bem diferente.

Eu já falei com vocês que tenho “uma lista de coisas que quero fazer”, e há uns dois anos atrás “coloquei” um novo item nela: assistir a um show de música. E desde que foi colocado, ele não havia sido cumprido. Mas esse ano, no dia 19 de maio, dia dos meus 17 anos, finalmente pude cumpri-lo.

O que deveria ser mais uma comemoraçãozinha com a família virou mais uma coisa que tenho para contar pros meus netos. E além de conseguir conquistar um dos meus objetivos pude aprender uma coisinha. Aprendi a gostar de coisas que as pessoas que amo gostam.

O show que assisti foi um pouco diferente, confesso que não esperava muito dele. Fui, inicialmente para acompanhar o Luiz a ver Sublime. Mas me surpreendi positivamente:
Primeiro: Descobri que não é só o Luiz e seus amigos que conhecem essa banda. Risos.
Segundo: Descobri que eu não sou a única mulher que vou ao show deles. Só apenas uma na multidão.
Terceiro: Descobri que existem pessoas que vão a shows arrumadas como se fossem a uma festa.
Quarto: Descobri que existem mulheres que não sentem frio, continuam usando vestidos, saias e shorts curtíssimos.
Quinto: Descobri que realmente é uma banda muito boa. O vocalista simplesmente arregaça (desculpa o palavriado)! Risos.

Então, tirando o fato de que eu não conhecia muitas músicas,  foi muito bom, muito bom  mesmo!(Acredita em mim agora amor? Risos.)

Bom, além do bom show teve muitas outras coisas inesquecíveis!

Não sei se já comentei com você mas não sou muito de assistir televisão. Tirando duas coisas, filmes, que já era de se esperar e Warner; o melhor canal de todos. E na Warner tenho um favorito, que nunca vai acabar, nunca vai perder a graça e a emoção:F.r.i.e.n.d.s! Sou a-p-a-i-x-o-n-a-d-a por Rachel, Ross, Monica, Chandler, Phoebe e Joey. Não me canso nunca, assisto a todos os episódios como se fosse a primeira vez, todos os dias no mesmo bat horário no mesmo bat local.

Bom mas porque eu estou falando isso? Vocês devem estar de perguntando.

É que sendo uma exímia fã, era louca por um poster da série que tinha na FNAC, só que eu nunca tive o cacife pra comprar, a sorte para achar e nunca ninguém quis me dar. Mas esse ano tchantchantchan: o Luiz, realizou mais um sonho. Agora o poster não é só meu mas também é a peça mais maravilhosa do meu quarto. Obrigada mais uma vez amor.

Outra coisa inesquecível, de uma idade que espero que tenha a mesma característica, foi um momento maravilhoso com as pessoas que mais amo. Um luau sem lua e sem praia mas, ainda sim, perfeito.  Adorei passar o dia com todos vocês! Obrigada por tornarem tudo melhor e mais divertido!

Por último mas não menos importante está o fato de que não sou mais a juninha da sala, estou cada dia mais velha!

Bom, a contagem regressiva continua: agora só faltam 355 para um ano que vai ser ainda melhor do que os dezesseteos dezoito!

 

→ Natasha (Capital Inicial)

A segunda impressão


Sempre ouvi dizer que a primeira impressão é a que fica.
Mas esse ano comecei a perceber o quanto esse ditado é furado.

Cheguei à conclusão de que o terceiro ano é o pior ano escolar.

O pior no que diz respeito ao relacionamento. Ao relacionamento aluno-aluno, ao relacionamento aluno-professor e até mesmo ao relacionamento aluno-pais.
Um ano que tinha tudo para ser o melhor de todos está se mostrando o pior, pelo menos na minha vida. Um ano que marcaria uma grande e importante despedida, uma grande e importante mudança. Esses acontecimentos grandiosos mereciam momentos especias. E quando digo especial me refiro a algo maravilhoso, eterno e emocionante.

Só que acho que tudo isso foi perdido e esquecido em algum momento, momento o qual ninguém sabe realmente quando foi. Quando caímos em terra ele já tinha passado e suas conseqüências já tinham ficado. E é com elas que agora convivemos diariamente, cara a cara, e vai ser com elas que passaremos o resto do ano que mais marcará as nossas vidas.

Aquela primeira impressão de um 2ºMC unido e diferenciado tornou-se uma segunda impressão definitiva de um 3ºJV dividido e odiado. Alunos que tinham finalmente encontrado seu lugar, feito verdadeiras amizades viraram as costas e se recusam a ajudar.
Tudo, absolutamente tudo, vira motivo de briga.
Só que acho que algumas pessoas ainda não perceberam que, nessa briga, todos nos somos perdedores. Não há quem saia ganhando de algo que só vai piorar o que já passamos em um ano que tanto perturba nossas mentes. Já vivemos em constante pressão vinda dos professores, dos pais e da própria sociedade. E agora, para piorar temos que viver com isso?
Temos mesmo que ter medo de quem será a primeira pessoa que você esbarrará quando na sala pisar?
Temos mesmo que ter medo de abrir nossas bocas, já que qualquer coisa que dissermos pode ser usada contra nós no tribunal?
Tem mesmo que haver um tribunal?
Porque será que não podemos conviver felizes sabendo que daqui a alguns meses não veremos metade das pessoas que estão lá, todos os dias, para o resto de nossas vidas? E porque isso se tornou uma coisa tão atraente quando na verdade era pra ser algo tão ruim? Abandonar aqueles que te acompanharam durante a maior parte de sua vida, até agora vivida, devia ser algo difícil, algo que merecia um carinho especial, fazendo que tudo valesse a pena.

Mas não é isso que vem acontecendo ultimamente.

Ultimamente algumas pessoas simplesmente pararam de acreditar em si mesmas e passaram a se apoiar no julgamento dos outros. Passaram a simplesmente serem “incapazes de errar” e super capazes de achar o erro nos outros. Passaram a achar que tudo gira a seu redor, que tudo trata de uma ofensa a sua pessoa. Será que essas pessoas não pararam pra pensar que talvez não seja assim? Que talvez, na véspera de um vestibular, temos coisas mais importantes pra nos preocupar do que simplesmente sair por ai falando mal das pessoas? Acho que já passou da hora de esquecer um pouquinho o complexo de perseguição e passar a dar valor as suas próprias atitudes, porque no final do ano, na prova de vestibular, e por toda sua vida, é só você contra você mesmo. Não vai adiantar nada falar que é fruto da conversa de um, que é fruto das palavras do outro.

Não sei se todo mundo já percebeu, pelo menos eu já comecei, mas já estamos com um pé muito mais próximos daqueles que fazem acontecer, daqueles que cresceram e que agoram criam os outros para que também cresçam. Então chegou a hora de dar tchauzinho a linda infância e amadurecer. Chegou a hora de passar a agir como um terceito anista e parar de se importar com tanta pequenez. Parar de querer prejudicar o outro e cuidar um pouco de você mesmo.

Em vez de perder tempo procurando defeitos nos outros porque não abre um livro e estuda de verdade? Quem sabe assim você não consegue finalmente diminuir os seus.

Cansei de tentar ajudar e só levar ferro, agora é cada um por si.

É, sinceramente, uma pena que a primeira impressão não tenha ficado, tenho certeza de que se tivesse todos teriam gostado.
Mas não se preocupem, o 2ºMC ninguém vai apagar,

mas o 3ºJV faço questão em não admirar.

Adeus 2ºMC! 

P.s: você se sentiu ofendido(a)? Então é porque a carapuça serviu. Não chore pelo leite derramado, evite que ele volte a derramar. Aja. 

Hoje é Dia De:


Combate ao Bullying!

Dizem por ai que a doença do século XXI é a depressão, mas na minha percepção eles estão enganados. 

Na minha opinião o problema do século é o bullying. Mas mesmo com essa visão sou uma daquelas que diz:
– Bullying virou moda.

Mas queria que as pessoas, que se assustam ao ouvir isso – principalmente aquelas que pegam o bonde andando e tentam sentar na janelinha-, se acalmem. Antes de sair por ai dizendo que eu estou errada, queria que pelo menos tentasse entender o que eu quero dizer com isso. Feito isso, ai sim, tire suas próprias conclusões.
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A palavra bullying vem do inglês bully, que significa valentão (aprendi isso na quinta feira, durante uma ótima apresentação de trabalho que assisti na minha sala). Hoje em dia ela é utilizada para se referir a atos de violência física ou psicológica praticados por algum indivíduo (ou alguns indivíduos) com a intenção de intimidar outro (os).

Praticar o bullying ou ser vítima dele no fundo tem origens semelhantes e quase sempre começam dentro de casa. Algo que começou, talvez, com uma falta de carinho pode deixar profundas e eternas marcas em alguém inocente.

E o mais importante o bullying está ali, na casa da nossa vizinha, no colega que senta ao lado, no nosso irmão, no nosso melhor amigo ou até mesmo em nós mesmos. Ele está mais próximo do que se imagina.
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Sou consciente de que somente aquele que sofre as agressões sabe o quanto doi.
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Eu mesma já fui vítima de várias agressões do tipo e sei o quanto pode nos afetar.
Mas o que eu sou contra é que tudo agora é bullying.
Tudo se justifica pelo bullying.
E todos agora sofrem bullying.
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Acho que as pessoas estão um pouco confusas em relação ao que realmente é ser “bullyingnado” (cuidado com a palavra bolinado, até eu já me confundi. Ela, como descobri esses dias, não tem nada a ver com a situação. Se eu, assim como muitas pessoas – né Bonnie. risos- soubessemos desde o início o que é ser bolinado, teríamos vergonha de algum dia ter usado essa palavra em vão. Risos. Bolinar significa, na verdade, tocar em alguém com intensões sexuais. O correto é sofrer bullying ou como eu tive a liberdade de chamar; ser bullyingnado. )
Ser bullyingnado vai muito além de  receber um apelido de mal gosto; ser apontado por algumas pessoas ou ter poucos amigos. Acrescento que também sei que cada um recebe essas coisas da sua maneira, mas ser vítima do verdadeiro bullying implica em sérias consequências. Consequências que levam a atos letais. Atos como a auto mutilação, assassinato (como foi o caso de Wellington Menezes) e  até mesmo suicídio. Vai além de algumas lágrimas e um pouco de silêncio.
As pessoas que são realmente bullyingnadas nem ao menos conseguem falar sobre isso. As marcas são tão grandes que tocar no assunto torna-se penoso.

Digo tudo isso com um olhar para os famosos (é bom deixar isso bem claro, por que passando pelo fato de que no trabalho, o qual comentei, teve alguns depoimentos de alunos que sofreram essas agressões, algumas pessoas podem se sentir ofendidas. E quero dizer que não me refiro a nenhum deles. NENHUM). Na minha opinião, eles (os famosos), querendo se auto- vitimarem, dizem que sempre foram vítimas de bullying e que sofrem com isso até hoje. Não que não possa ser verdade. Mas não acho que seja.
Caso eles fossem mesmo vítimas do bullying:
Primeiro: alguém que sofreu tanto não chegaria até onde eles chegaram, nem por mais forte que essa pessoa consiga ser.
Segundo: ela não sairia falando por ai, para todas as câmeras, como foi todo o sofrimento.

Sei que algumas pessoas são capazes disso e acho isso de extrema importancia. Conseguir falar com alguém sobre o problema é o primeiro passo para a solução. Assim como passar a experiência para aqueles que possam sofrer algo parecido também é de grande ajuda.

Mas só acho que é um pouco de exagero e até mesmo falsidade da parte deles.

Mais uma vez repito, o verdadeiro bullying é muito mais sério do que parece.
E não acho que tudo se resuma a ele.

Enfim, só achei interessante que (mais uma vez) o Dia D foi perfeito com as ‘atualidades’. Um tema emo/punk/restar propõe que as diferenças, as escolhas pessoais não sejam um problema, nunca.

Todos somos iguais nas nossas diferenças e é isso que torna tudo tão bom e divertido!

VIVA AS DIFERENÇAS E DIGA NÃO AO BULLYING!

→ Saiba mais sobre o bullying 
→ Bullying – Casey Heynes

“Que dó!”


Aproveitando que já falei de alguns vídeos, e ainda em clima de “vamos-melhorar-o-mundo” selecionei mais um videozinho que tem muito o que dizer.

Queria que mãos dadas significassem irmandade e não competitividade.
Queria que guerras fossem apenas de travesseiros.
Queria que armas fossem apenas de molhados guerreiros.*
Queria que machucados estivessem só nos joelhos arranhados.
Queria que os animais fossem sempre acarinhados e não simplesmente maltratados.
Queria que o orgulho passasse com um beijinho.
Queria que músicas fossem sobre a hora do lanchinho, hora de comida feita com carinho.
Queria que gritos não passassem de telefones sem fios.
Queria que malvado, só mesmo o homem do saco.
Queria que petróleo fosse símbolo de fazer brinquedos e não de fazer inimigos obsoletos.
Queria que solidão fosse só do bicho papão.
Queria que o que de sobra existisse o perdão.
Queria que a tristeza fosse como o vento: sempre entra mas sempre sai.
Queria que as palavras fossem lindas assim como a primeira “mamãe” e o primeiro “papai”.
Queria que a honestidade fosse uma palavra grande, mas sempre operante.
Queria que tudo fosse de todos, que nem um saquinho de biscoitos.
Queria que todos merecessem um sorriso.
Queria que o amor fosse mais que preciso.
Queria que todos mantivessem a pureza.
Mas não necessariamente por completa inocência
Queria que tudo fosse uma eterna infância.
Mas não necessariamente permanecer uma eterna criança.

Essa coisa fofa do vídeo sentiu a dor de perder uma formiguinha, sentiu a dor de ver o seu irmãozinho fazendo isso (sem nem saber a gravidade do que tinha feito) e sentiu o amor quando o abraçou.

Queria que no mundo, existisse mais dele

* molhados guerreiros: me refiro as arminhas que atiram água, geralmente usadas na área de piscina!